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Tag Archives: Portugal

A exposição “A rua é nossa… É de todos nós!” procura reflectir a questão fundamental da partilha da rua, do que há de público, por excelência, nas cidades. As informações expõem as mazelas de 42 cidades dos cinco continentes, cruzando olhares em múltiplos medias: um espectáculo audiovisual, testemunhos, ilustrações e questionamentos, projectos de arquitectura e de urbanismo e mais de uma centena de fotografias provenientes de grandes agências da imprensa internacional e de fotógrafos cariocas.

in www.revistafator.com.br
[link] texto integral da notícia
* o texto foi alterado para português de Portugal

Portugal é mais competitivo agora do que há um ano atrás. Segundo o anuário publicado pelo IMD, uma corporação mundial independente composta por empresários sedeada na Suiça, que se dedica também à investigação na área empresarial. O propósito do anuário é analisar a forma como os países se posicionam em termos de competitividade no sentido da sua prosperidade.

O Anuário analisou quatro grupos de indicadores e na posição global Portugal subiu duas posições, resultado da subida em três dos quatro grupos de indicadores: Performance Económica (quatro posições); Eficiência Empresarial (uma posição), e Infra-estrutura (quatro posições).

Quem lidera a lista de 55 países são, mais uma vez desde 1994, os EUA seguidos de perto por Singapura. Portugal ocupa agora a trigésima sétima posição, à frente de países como Grécia e Itália.

[site] http://www.imd.ch

A demografia portuguesa entrou numa nova fase. Já se sabia das tendência do envelhecimento da população, justificado pelo número de nascimentos ser cada vez menor. Pela primeira vez desde que se conhecem registos, o saldo natural da população portuguesa é negativo – ou seja, houve mais registos de óbitos do que de nascimentos. Os dados foram publicados a semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística.

A população total é apurada a partir de dois saldos: o saldo natural (bebés que nascem vivos menos as pessoas que morrem) e o saldo migratório (pessoas que imigram menos as pessoas que emigram). Ou seja, entramos numa era a que os demógrafos chamam de ciclo de crescimento natural negativo. Este resultado já se adivinhava já que as tendências mostravam que, ao longo dos últimos anos, aquela diferença era cada vez menor.

Estatisticamente sabe-se que para que haja renovação de gerações, cada mulher terá de ter 2,1 filhos. Em Portugal aquele índice situa-se nos 1,36 crianças por mulher. Esta situação, caracterizada por um esmagamento da população activa nos próximos trinta anos, obriga-nos a questionar a sustentabilidade de vários sistemas, desde logo o de segurança social.

[site] www.ine.pt