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Category Archives: PROJECTOS

Decidir qual a atitude a tomar perante a dispersão urbana é o objectivo de um estudo pioneiro levado a cabo pelas Universidades de Aveiro (UA) e de Évora (UE). Intitulado “Custos e Benefícios, à escala local, de uma Ocupação Dispersa”, este projecto surgiu da necessidade de se conceptualizar a realidade das novas formas da ocupação do território, que se opõem à cidade tradicional, contínua e compacta. Actualmente está a proceder-se à segunda fase do programa, que consiste na realização de inquéritos às populações de Aveiro, Ílhavo e Évora.

fonte: Ciência Hoje

DR n.º 127, Série I, de 3 de Julho

Lei n.º 31/2009
Assembleia da República
Aprova o regime jurídico que estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra, que não esteja sujeita a legislação especial, e os deveres que lhes são aplicáveis e revoga o Decreto n.º 73/73, de 28 de Fevereiro

Vai realizar-se no próximo dia 27 Junho (sábado), pelas 21.30h, no Mercado Negro a primeira apresentação do projecto ‘Avenida’.

Este projecto insere-se no conjunto de actividades que o movimento cívico Amigosd’Avenida tem vindo a apoiar e a dinamizar e consta de um documentário sobre a Avenida Lourenço Peixinho (e respectiva banda sonora) realizado pelo músico e compositor Joaquim Pavão e produzido por Tânia Oliveira da Senso Comum.

Este projecto resulta de um trabalho de pesquisa e recolha de dados e materiais que a equipa de investigação, produção e realização tem estado a desenvolver sobre o espólio fotográfico e documental da Avenida e procura reflectir sobre três momentos distintos do seu desenvolvimento: o passado, o presente e o seu futuro.

O projecto não está ainda concluído, pelo que se pretende com esta primeira sessão fazer uma breve apresentação do projecto e recolher eventuais testemunhos (orais ou documentais) ou sugestões sobre o documentário ‘Avenida’.

[link] blog do Movimento Amigos d’Avenida

A Câmara Municipal de Guimarães apresentou o seu projecto para o novo recinto da feira semanal da cidade, junto ao actual Mercado de Guimarães. O projecto é da autoria do Arquitecto Manuel Antunes e integra o interior de um quarteirão que compreende as Ruas de D. João I, do Montinho e a D. Bento Cardoso, onde fica o antigo convento das Dominicas.

O projecto prevê ainda a ligação, através da via que agora dá acesso ao novo mercado à zona de Trás-de-Gaia e ao Guimarães Shopping. Está previsto um recinto com uma capacidade para 235 feirantes e foi apresentada ainda a capacidade “alternativa” do recinto para albergar outro tipo de eventos, onde poderão caber 10 mil pessoas.

A proposta tem um aspecto visual interessante, com um viaduto pedonal que atravessa todo o recinto e que constitui um elemento marcante e que irá valorizar sempre o sítio.

Do ponto de vista da relação da proposta com os elementos existentes, garante-se que o actual percurso da viela fique marcado no recinto, através do tratamento diferenciado do pavimento. Fica portanto salvaguardada a “memória” daquele atravessamento, como defenderam os autores do projecto. O enquadramento do edifício do Convento das Dominicas foi igualmente uma preocupação, embora não tenha ficado claro na apresentação de que forma essa valorização foi materializada no desenho.

A nova “via estruturante” proposta, que resulta do prolongamento do cul-de-sac existente, em frente ao mercado, vem igualmente promover a consolidação urbana e a acessibilidade automóvel do sítio, possibilitando o atravessamento daquela área, resultante do interior do enorme quarteirão que enforma o recinto.

 

Tendo em conta outras experiências do género, nomeadamente a construção do recinto da feira das Caldas das Taipas, talvez fosse interessante perceber o que falhou neste projecto e encontrar algumas soluções para as suas insuficiências ou mesmo deficiências.

Este tipo de intervenção é regra geral simples. Trata-se de espaço aberto, que é tratado ao nível do pavimento, mas que permite a todo tempo a sua reabilitação para outro tipo de usos. Daí que, ao contrário do foi dito na apresentação do projecto, a expectativa mantém-se com a reversibilidade do uso e assim, também a especulação inerente.

Duas das opções que foram também tomadas no recinto da feira das Caldas das Taipas, respeitam ao tipo de pavimento proposto e a não utilização das árvores no interior do recinto. Esta última justificada pela desejada polivalência do espaço, permitindo a realização de eventos vários.

A opção pelo pavimento betuminoso, implica a total impermeabilização de uma área considerável, o que tem implicações ao nível da infiltração das águas pluviais, da manutenção dos ciclos naturais da água e ainda do aumento da torrencialidade da água, aumentando a probabilidade de ocorrência de cheias, que já são frequentes naquela zona da cidade. Portanto, era desejável que, ao nível do pavimento, se optasse por um pavimento permeável, que permitisse uma maior infiltração das águas das chuvas e assim um menor impacto no sistema de águas.

Houve, tal qual como no caso das Caldas das Taipas, uma certa aversão à plantação de árvores no recinto, com a justificação de salvaguardar o espaço para outras utilizações que necessitassem de uma área livre. Ora, parece que esta opção não será a melhor, na medida em que não aproveita o potencial criado com um recinto deste género.

A aversão à sua plantação é, nos tempos que correm, um contra-senso. As áreas verdes e arborizadas são, cada vez mais, um importante activo para o ambiente e para a qualidade de vida das cidades. O argumento de que as árvores estorvam, não poderá ser justificação suficiente.

O espaço sairia mais valorizado no caso de ser aproveitado para um novo espaço verde, fresco e agradável, possível de ser utilizado durante praticamente todos os dias (excepto no dia de feira), em vez de um recinto desagradável, seco e terrivelmente quente nos dias de calor, utilizado nos dias de feira e pouco mais. Parece evidente que a cidade e os seus habitantes ganhavam muito mais com a primeira hipótese.

Outro dos aspectos que falhou no recinto das Caldas das Taipas foi encontrar uma solução para a fixação das tendas. O que se passa é que como o recinto não tem pontos de ancoragem os feirantes tratam de os criar à sua maneira, fazendo furos no pavimento – furos esses que se vão alastrando com o tempo. Seria talvez importante pensar numa solução, que ficaria facilitada no caso de um piso permeável (por exemplo, com blocos abertos de betão).

Finalmente, o último reparo que se faria em termos de desenho, respeita às confrontações do recinto com as traseiras do edificado existente à volta. Pela planta apresentada, não foi salvaguardada uma zona tampão o que na prática irá resultar na total visibilidade das traseiras dos edifícios.

À excepção do Convento das Dominicas e da sua valorização visual, seria necessário solucionar o problema da visibilidade das traseiras dos edifícios a partir do interior do recinto, permitindo desta forma uma melhoria uma maior qualidade visual do cenário a partir do interior do recinto.

Apresentação do Projecto do Novo Espaço da Feira Semanal

No próximo dia 20 de Setembro será inaugurado o primeiro troço do NaturRia – Percurso Visitável da Natureza, na área marginal da Ria de Aveiro, no Concelho da Murtosa, entre o Bico e a Varela, numa extensão de cerca de 10,5 Km.

O NaturRia assume-se como um percurso ribeirinho estruturado e organizado, ciclável e pedonal, que convida o visitante à descoberta e à fruição do espaço natural e do património cultural, através de vias sinalizadas, que ligam uma série de lugares de interesse ecológico, paisagístico e cultural.

O troço a inaugurar contempla a existência de zonas de descanso e informação, devidamente infraestruturadas com placas identificativas do percurso, painéis interpretativos da fauna e flora dos locais, parque para bicicletas, bancos e papeleiras, localizadas no Cais do Bico, na Ribeira de Pardelhas, no Cais da Mamaparda, no Cais da Béstida e na Varela, e zonas de observação na natureza, situadas em locais de elevado interesse paisagístico, ao longo do percurso.

O NaturRia representa a materialização da estratégia que a Câmara Municipal da Murtosa assume, no sentido de valorizar os seus recursos endógenos. Pretende-se, assim, aliar a conservação do património e a fruição deste pelas populações, de forma ambientalmente equilibrada e sustentável, contribuindo para o seu conhecimento e valorização, fomentando assim a reaproximação entre os cidadãos e a área lagunar.

A apresentação do NaturRia, terá lugar na sede da Associação do Amigos da Ria e do Barco Moliceiro, na Ribeira de Pardelhas, por volta das 9:30h, seguindo-se uma visita ao percurso. A Câmara Municipal da Murtosa convida todos a marcarem presença na acção de apresentação, sugerindo que se façam acompanhar da sua bicicleta, para que possam, posteriormente, visitar o percurso.

+ info
[site] Câmara Municipal da Murtosa
[site] Murtosa Ciclável
[blog] Mustosa Ciclável

O projecto de adaptação da Estação do Oriente, em Lisboa, para receber a linha do comboio de alta velocidade, será elaborado pelo arquitecto Santiago Calatrava, que foi o responsável pelo projecto original daquela estação multimodal.

O programa de partida do projecto define também que a estação deverá merecer ampliação e uma intervenção na sua envolvente, onde o arquitecto quer construir novas avenidas, de forma a facilitar a acessibilidade à estação.

[site] Santiago Calatrava www.calatrava.com

Um novo parque urbano foi inaugurado a passada semana em São João da Madeira. O Parque Urbano do Rio Ul tem uma extensão de 30 hectares, foi projectado pelo arquitecto Sidónio Pardal e tem um orçamento de 5 milhões de euros. A intervenção não está ainda concluída faltando uma última fase. Parque do Rio Ul fica localizado junto a uma área industrial e junto ao IC2 que passa ao lado.

Os terraços do Quartel do Carmo serão transformados numa esplanada ajardinada, com ligação à Rua Garrett, um projecto que o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), prevê que esteja concluído no próximo ano e meio.

Demolidos os edifícios, os terraços, por cima da Rua do Carmo, serão ajardinados e equipados com esplanadas, e será concluída a ligação pedonal entre a Rua Garrett, o Pátio B e o Largo do Carmo prevista no Plano de Pormenor da Zona Sinistrada do Chiado.

Além de permitir a fruição de uma vista privilegiada sobre Lisboa, a obra vai permitir um melhor acesso ao Museu das ruínas do Carmo e ao futuro Museu da GNR.

A obra, que necessita de aprovação por parte do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), custará cerca de dois milhões e meio de euros. O investimento será financiado pelas contrapartidas do Casino de Lisboa através Instituto de Turismo.

A requalificação dos terraços do Carmo é um dos «projectos-âncora» para a revitalização da Baixa-Chiado, a iniciar ainda este mandato, a par da instalação do Museu do Banco de Portugal na Igreja de São Julião, do Museu da Moda e do Design e de uma loja do cidadão no quarteirão do antigo Banco Nacional Ultramarino e do «acesso vertical» ao Largo do Caldas e à Rua Costa do Castelo.

[fonte] Lusa

A Câmara Municipal de Braga prepara-se para dar início à intervenção urbanística do topo da Avenida da Liberdade, junto à saída do túnel naquela artéria bracarense. A adjudicação da obra, que será votada na reunião de vereadores do município, será entregue à empresa Britalar por um valor que ascende a quase 3 milhões de euros.

O propósito da obra será deslocar a boca do túnel para sul. A intervenção inclui ainda intervenções paralelas ao nível do arranjo urbano de algumas ruas adjacentes e ainda a reorganização do espaço que actualmente é ocupado pela saída do túnel, permitindo ampliar a actual plataforma pedonal existente no cimo da avenida.

Esta é uma das principais obras inscritas no plano de actividades do município de Braga para os próximos anos. O prazo previsto para a intervenção é de 240 dias.

[fonte] reflexodigital.com