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Category Archives: CLIPPING

A exposição “A rua é nossa… É de todos nós!” procura reflectir a questão fundamental da partilha da rua, do que há de público, por excelência, nas cidades. As informações expõem as mazelas de 42 cidades dos cinco continentes, cruzando olhares em múltiplos medias: um espectáculo audiovisual, testemunhos, ilustrações e questionamentos, projectos de arquitectura e de urbanismo e mais de uma centena de fotografias provenientes de grandes agências da imprensa internacional e de fotógrafos cariocas.

in www.revistafator.com.br
[link] texto integral da notícia
* o texto foi alterado para português de Portugal

O Ano Europeu da Inovação e da Criatividade é uma iniciativa da Comissão Europeia – Direcção Geral para a Educação e Cultura em associação com a Direcção Geral para as Empresas e a Indústria.

O objectivo do Ano Europeu é promover a criatividade junto de todos os cidadãos enquanto motor de inovação e factor essencial do desenvolvimento de competências pessoais, profissionais, empresariais e sociais, contribuir para o intercâmbio de experiências e boas práticas, estimular a educação e a pesquisa e promover o debate político e o desenvolvimento.

O artista plástico Leonel Moura foi escolhido para representar Portugal na conferência da abertura oficial do Ano Europeu da Criatividade e Inovação (AECI), que terá lugar em Praga, amanhã dia 7 de Janeiro de 2009.

‘ Imaginar – Criar – Inovar ‘ é o lema deste novo ano!

Mais informações em www.eurocid.pt

Criar condições para que tenhamos já em 2010 cidades mais sustentáveis e inclusivas foi o tema central da reunião dos ministros dos países europeus com a do ordenamento do território e do urbanismo.

Para o efeito, deverá ser criada uma estrutura que deverá incumbida de criar mecanismos para que as autoridades administrativas locais possam desenvolver políticas e monitorizar a sua implementação.

Duas entidades foram criadas: um grupo de trabalho encarregue de desenvolver um quadro de referência com base em experiências; e um outro grupo que deverá centrar na implementação da Carta de Leipzig, sobre o desenvolvimento de cidades sustentáveis.

Já se encontram online os planos de ordenamento do território de todos os concelhos de Portugal Continental, incluindo os planos directores municipais, planos regionais de ordenamento de território, planos de urbanização, planos de pormenor, planos de ordenamento da orla costeira e planos de bacia hidrográfica.

Desta forma, agora é bem mais simples ficar a saber por exemplo, até que ponto poderá utilizar um terreno adjacente à sua casa ou se poderá realizar uma construção num terreno que possa ter herdado.

Estas informações foram compiladas no SNIT – Sistema Nacional de Informação Territorial, tratando-se de um projecto da responsabilidade da Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano.

O site que contem estes planos está organizado de modo a que possa ser pesquisado a partir de um mapa do país ou através de uma drop-box com os nomes dos municípios.

Após entrar no site, uma assistente virtual auxilia a navegação, através de uma apresentação áudio do SNIT.

[site] SNIT
[fonte] vector21.com

As cidades-jardim, que procuravam condições de vida idílicas nas cidades no início do século XX, poderão voltar a ser o modelo para novos desenvolvimentos urbanos. Especialistas em planeamento do território acreditam que as preocupações com a sustentabilidade dos recursos naturais, os preços da energia e as alterações climáticas, juntamente com a degradação de condições de habitação, poderão criar condições para o reaparecimento das cidades-jardim.

O conceito de cidade-jardim apareceu por volta de 1898, com Ebenezer Howard, numa altura em que a Inglaterra se transformara durante o século anterior devido ao rápido desenvolvimento industrial.

As cidades-jardim surgiram como proposta para solucionar problemas como a elevadas densidades populacionais nas cidades, a falta de espaços verdes e de ar não poluído. Este modelo foi largamente utilizado em Inglaterra, durante as primeiras década do século XX.

São vários os exemplos de cidades-jardim que floresceram: Rhiwbina, perto de Cardiff, construída em 1912; a cidade de Victoria, em Ebbw Vale, construída na década de 1930 para trabalhadores da industria do aço; Flintshire; e outras. Após a segunda grande guerra os princípios da cidade-jardim foram ainda utilizados em várias cidades.

Nas últimas décadas o sector imobiliário, acompanhado de uma grande especulação. Agora, a Town and Country Planning Association (TCPA), numa campanha independente para a um melhor planeamento do território, faz crer que os princípios da cidade-jardim deveria ser aplicados aos novos empreendimento imobiliários, de forma a criar ambientes atractivos e sustentáveis.

“À medida que enfrentamos novos desafios relacionados com o mercado imobiliário e uma necessidade urgente de reduzir as emissões, podemos aprender alguma lições das cidades-jardim do passado século” – disse Gideon Amos, director da TCPA, ao Western Mail. “A maioria dos residentes no Reino Unido vive em subúrbios e 80% gostava de viver numa casa com jardim. O reaparecimento das cidades-jardim, com centros de vizinhança – e não desertos urbanos – poderiam ajudar a criar comunidades em que todos aspiram viver”.

[site] http://www.tcpa.org.uk
[site] http://new.wales.gov.uk

* traduzido e adaptado a partir de um texto da autoria de Rhodri Clark para o Western Mail.

Os terraços do Quartel do Carmo serão transformados numa esplanada ajardinada, com ligação à Rua Garrett, um projecto que o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), prevê que esteja concluído no próximo ano e meio.

Demolidos os edifícios, os terraços, por cima da Rua do Carmo, serão ajardinados e equipados com esplanadas, e será concluída a ligação pedonal entre a Rua Garrett, o Pátio B e o Largo do Carmo prevista no Plano de Pormenor da Zona Sinistrada do Chiado.

Além de permitir a fruição de uma vista privilegiada sobre Lisboa, a obra vai permitir um melhor acesso ao Museu das ruínas do Carmo e ao futuro Museu da GNR.

A obra, que necessita de aprovação por parte do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), custará cerca de dois milhões e meio de euros. O investimento será financiado pelas contrapartidas do Casino de Lisboa através Instituto de Turismo.

A requalificação dos terraços do Carmo é um dos «projectos-âncora» para a revitalização da Baixa-Chiado, a iniciar ainda este mandato, a par da instalação do Museu do Banco de Portugal na Igreja de São Julião, do Museu da Moda e do Design e de uma loja do cidadão no quarteirão do antigo Banco Nacional Ultramarino e do «acesso vertical» ao Largo do Caldas e à Rua Costa do Castelo.

[fonte] Lusa

Promover parcerias entre agentes económicos para estimular o desenvolvimento de territórios desertificados é o principal objectivo do PROVERE, um programa que vai ser apresentado quinta-feira e será financiado através do Quadro de Referência Estratég ico Nacional.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Rui Baleiras, explicou que o programa, sem dotação própria, pretende estimular a cooperação e facilitar o acesso aos fundos comunitários em regiões de baixa densidade populacional, através do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e dos programas de Desenvolvimento Rural e das Pescas.

O governante adiantou que a expectativa é criar empregos e promover actividades que girem em torno dos recursos endógenos.

Um exemplo disto seria o aproveitamento de uma antiga exploração mineira para a criação de um parque temático que ofereça actividades de lazer, lúdicas, culturais e de investigação.

Outra situação que poderia beneficiar do PROVERE seria o reforço das condições de navegabilidade do Guadiana, “tornando-o uma avenida para o desenvolvimento do barrocal e da serra algarvia”, em que o investimento-âncora seria a oferta de cruzeiros com dormida que impulsionariam outras actividades como a gastronomia ou a oferta de produtos agro-pecuários.

“Espera-se que em torno das empresas-âncora surjam outros negócios e oferta de bens e serviços complementares”, salientou Rui Baleiras.

A apresentação de candidaturas conjuntas é precisamente o que distingue o PROVERE (Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos) de outros programas inscritos no QREN e que beneficiam normalmente promotores isolados.

O secretário de Estado considerou que existe “um défice de cooperação estrutural entre os portugueses” que este programa visa minimizar, dando condições preferenciais de financiamento aos projectos através dos programas temáticos e regionais do QREN e dos programas de desenvolvimento rural e das pescas.

“O PROVERE não tem fundos próprios, visa sobretudo agilizar a formação de parcerias e garantir condições de financiamento mais generosas”, esclareceu.

Rui Baleiras realçou que este programa é um dos pilares da estratégia de eficiência colectiva que o Governo está a elaborar para estimular a capacidade de cooperação entre os agentes económicos, e que passará também pelo desenvolvimento de pólos de competitividade e tecnologia e “clusters” e acções de revitalização e desenvolvimento urbano.

O concurso para acções preparatórias vai decorrer entre 15 de Maio e 11 de Julho.

Numa segunda fase, será atribuída uma certificação PROVERE às candidaturas s eleccionadas, para reconhecimento das iniciativas às quais serão garantidas condições privilegiadas de acesso aos fundos comunitários, com taxas de comparticipação superiores.

Os investimentos a apoiar serão preferencialmente os que se encontram em territórios que ficam fora das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, capitais de distrito e outras cidades de dimensão significativa (superior a 20 mil habitantes).

As candidaturas podem ser promovidas por várias entidades, incluindo empresas, municípios, associações de desenvolvimento local, centros de formação ou instituições científicas e tecnológicas.

[fonte] Lusa

O município de Chaves prepara-se para investir dez milhões de euros na regeneração do seu centro histórico. O projecto “Mais Chaves” deverá intervir ao nível do edificado, parte dele bastante degradado e ao nível do espaço público.

Está prevista ainda a instalação de diversos equipamentos dentro do perímetro da área de intervenção, aproveitando e reconvertendo edifícios já existentes, como por exemplo o edifício do cine-teatro para um centro multiusos, ou o edifício do magistério para um Centro de Ciência Viva.

O autarca João Batista, disse ao Público que o projecto agora apresentado procura “transformar o centro histórico num espaço de efectivas oportunidades”.

[fonte] Público, 14/05/2008
[site] Câmara Municipal de Chaves

A Câmara Municipal de Braga prepara-se para dar início à intervenção urbanística do topo da Avenida da Liberdade, junto à saída do túnel naquela artéria bracarense. A adjudicação da obra, que será votada na reunião de vereadores do município, será entregue à empresa Britalar por um valor que ascende a quase 3 milhões de euros.

O propósito da obra será deslocar a boca do túnel para sul. A intervenção inclui ainda intervenções paralelas ao nível do arranjo urbano de algumas ruas adjacentes e ainda a reorganização do espaço que actualmente é ocupado pela saída do túnel, permitindo ampliar a actual plataforma pedonal existente no cimo da avenida.

Esta é uma das principais obras inscritas no plano de actividades do município de Braga para os próximos anos. O prazo previsto para a intervenção é de 240 dias.

[fonte] reflexodigital.com

Vários projectos de “Potencial Interesse Nacional” (PIN) estão a servir de motivo para a abertura, por parte da Comissão Europeia (CE), de processos legais contra Portugal. Tudo isto porque parece existirem dúvidas quanto aos alvarás a complexos turísticos e imobiliários em sítios classificados como Rede Natura – áreas classificadas tendo em conta duas directivas da CE, uma para a protecção de habitats e outra para a protecção de aves.

Portugal recebeu para já uma notificação escrita para que possa esclarecer os técnicos da CE. Esta atitude era já esperada por algumas Organizações Não Governamentais ligadas ao Ambiente (ONGA’s). Apesar de terem sido feitos Estudos de Impacte Ambiental, há impactos que não foram considerados e avaliados correctamente, de acordo com uma notícia publicada no Público de ontem.

[fonte] Público, 7/05/2008