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Category Archives: CLIPPING

Decidir qual a atitude a tomar perante a dispersão urbana é o objectivo de um estudo pioneiro levado a cabo pelas Universidades de Aveiro (UA) e de Évora (UE). Intitulado “Custos e Benefícios, à escala local, de uma Ocupação Dispersa”, este projecto surgiu da necessidade de se conceptualizar a realidade das novas formas da ocupação do território, que se opõem à cidade tradicional, contínua e compacta. Actualmente está a proceder-se à segunda fase do programa, que consiste na realização de inquéritos às populações de Aveiro, Ílhavo e Évora.

fonte: Ciência Hoje

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Revitalizar a região do Douro vinhateiro numa perspectiva de planeamento das energias renováveis e a sua adaptação no meio envolvente é o desafio que 24 jovens urbanistas de todo o mundo vão abraçar até dia 18 de Outubro. Portugal estará representado por seis jovens entre os quais um aluno de doutoramento da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, que se encontra a fazer investigação na área do urbanismo bioclimático.

Uma viagem de comboio do Porto em direcção ao Pinhão, realizada esta manhã, marcou o início do “Young Planners Professionals”, o workshop que reúne os jovens urbanistas de todo o mundo. Esta iniciativa surge, assim, em forma de antecipação ao 45.º Congresso internacional da International Society of City and Regional Planners, que decorre na Faculdade de Engenharia da Universidade da Universidade do Porto (FEUP) a partir do próximo dia 19 de Outubro, cujo tema central se situa no debate sobre cidades de baixo teor em carbono.

Até ao próximo dia 18 de Outubro, estes jovens terão a oportunidade de desenvolver a sua proposta de sustentabilidade, num desafio que procura despoletar uma imagem promocional associada ao destaque das energias renováveis e ao cuidado com as emissões de carbono na paisagem duriense.

fonte: Ambiente Online

Dos 30 mil milhões de euros destinados à execução dos projectos previstos no Plano Estratégico de Transportes (PET), apenas 3,323 mil milhões (11 por cento) são dirigidos à mobilidade urbana, que engloba intervenções nas redes viárias dos principais centros urbanos, bem como na rede de transporte público urbano e suburbano. A maior fatia do orçamento global – equivalente a 15,5 mil milhões de euros – está reservada para cumprir o primeiro objectivo do plano, que passa por integrar Portugal nas cadeias europeias e mundiais de transportes, através do TGV e do novo aeroporto de Lisboa (NAL).

Fonte: Ambiente Online

Dados recentes divulgados pela Agência Europeia do Ambiente indicam que as emissões de gases provocadores do efeitos de estufa diminuiram em 2008 pelo quarto ano consecutivo. Comparando os dados referentes a 2007 publicados no início deste ano, a redução anual está estimada em cerca de 1,3% para a UE-15 e 1,5% para a UE-27. De acordo com estas estimativas, a emissões de gases com efeito de estufa em 2008 ficaram sensivelmente 6,2% abaixo das emissões do ano de referência do Protocolo de Quioto para a UE-15 e 10,7% abaixo do nível de 1990 para a UE-27.

+ informações
[fonte] Agência Europeia do Ambiente

A reunião numa plataforma logística de informação em tempo real sobre ambiente, telecomunicações, transportes e o modo como as pessoas circulam é o desafio de cientistas portugueses na procura do sistema de mobilidade urbano do futuro.

O «CityMotion» é um projecto que dentro de um ano pretende ter a funcionar protótipos reais nas cidades de Lisboa e Porto, coordenado pelo professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) Carlos Lisboa Bento e integrado no Programa MIT – Portugal.

ler mais no site Ciência Hoje

Quercus diz que estratégia para zona costeira é mais do mesmo

A Quercus considera que a Estratégia Nacional para a Gestão Integrada da Zona Costeira é um documento desfasado da realidade e com pouca aplicação prática. A consulta pública deste documento terminou na sexta-feira.

“Enquanto Portugal se distrai na elaboração de sucessivas estratégias para a zona costeira, todas elas cheias das melhores intenções, as práticas erradas no terreno são mantidas ou agravadas pelos próprios governos”, sustenta a Quercus. “Dez anos depois, vamos ter mais uma nova estratégia sem que a anterior tenha saído do papel.”

A associação avança que o documento não apresenta um “diagnóstico completo” sobre a erosão costeira, o “mais grave fenómeno que ocorre no litoral português”.

Segundo a associação, a estratégia também não refere as obras construídas no litoral para minimizar os impactes de uma ocupação excessiva e desregrada da orla costeira.

Apesar de apresentar objectivos com os quais a Quercus está de acordo, a associação entende que o documento “esquece os factores principais sobre os quais deveria incidir”, como a ocupação humana.

Também não são referidos os recursos humanos e financeiros para a execução da estratégia.

Lusa in Público

A idade adulta da Reserva Agrícola Nacional

Entrou em vigor, no passado mês de Abril, o novo regime da Reserva Agrícola Nacional (RAN), que veio adaptar esta restrição de utilidade pública à nova realidade da agricultura e dos espaços rurais.

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 73/2009 surgiram comentários sobre este regime de valor reforçado da RAN, bem como das suas consequências. Só que quem fez tais proclamações não descobriu a lei de forma completa.

Importa salientar que o novo regime reforça a importância da afectação dos melhores recursos pedológicos às actividades agrícolas, incluindo as florestais; se adapta às novas realidades do uso dos espaços rurais para uma gestão mais eficaz e consensual dos territórios; se compatibiliza com os restantes instrumentos de ordenamento; e introduz medidas de simplificação e de agilização de processos a bem do interesse público.

Ascenso Simões,
Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas in Público

Oportunidade para combater as alterações climáticas

Um especialista em urbanismo acusou hoje os governos de desperdiçarem o que considerou ser a maior oportunidade para combater as alterações climáticas, ou seja, o investimento na eficiência energética e no desenvolvimento sustentável das cidades.

“A comunidade internacional falha em perceber que a maior das oportunidades no combate às alterações climáticas passa por alterações a nível das cidades, onde cerca de 80 por cento da energia no mundo é utilizada e onde o equivalente é emitido em emissões de gases com efeito de estufa [GEE]”, afirmou Jeb Brugmann um dos redactores da Agenda 21, o Plano de Acção para o Desenvolvimento Sustentável consagrado na Cimeira da Terra de 1992. […]

Falando à Lusa à margem da conferência ‘Roteiro Local para as Alterações Climáticas: Mobilizar, Planear e Agir’, que entre hoje e sexta-feira reúne especialistas nacionais e internacionais, bem como responsáveis autárquicos, para debater o papel dos municípios na luta contra este fenómeno – Jeb Brugmann criticou que o processo internacional para encontrar um acordo pós-Quioto “continue muito focado em reduzir emissões em áreas onde, para fazê-lo, são precisos grandes investimentos que não têm retorno”. […]

Carlos Cambotas in Ciência Hoje

Bela Vista? Sem dúvida
O Bairro da Bela Vista nunca devia ter existido e os recentes distúrbios de Setúbal são uma bela vista das políticas dos últimos 30 anos. […]

Os responsáveis são todos os irresponsáveis que propiciaram o surgimento deste tipo de delinquência. E os responsáveis são muitos e vêm de longa data: autarcas, educadores, urbanistas, ministros vários, desde os da educação, da justiça, da administração interna, até aos da defesa… […]

A polícia pode resolver este caso mas nunca ela poderá resolver o problema. Resolver o problema passaria por reconhecer os erros que os políticos que têm estado no poder não reconhecem. Seria exigir o impossível. O Bairro da Bela Vista é, de facto, uma bela vista sobre a nossa sociedade.

Luís Campos e Cunha in Público, de 15 de Maio de 2009

Obras de requalificação urbana recebem adiantamentos de fundos comunitários
As câmaras municipais vão poder beneficiar de um adiantamento de 30 por cento do financiamento do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder) para projectos de iniciativa municipal como obras de requalificação urbana, anunciou ontem o Ministério do Ambiente.

in Público, de 15 de Maio de 2009

Lisboetas querem Praça do Comércio com mais espaços verdes e esplanadas

Mais de 51% dos lisboetas deseja ver a Praça do Comércio com espaços verdes, esplanadas e sombras. Esta, uma das conclusões de um inquérito efectuado no âmbito do estudo da Universidade Autónoma sobre o reordenamento da principal Praça de Lisboa.

Além destes aspectos mais directamente relacionados com o ordenamento, 55% dos “alfacinhas” considera ser importante dinamizar a Praça do Comércio com a organização de mais actividades ligadas à cultura e ao lazer. Os lisboetas apontam o trânsito como aspecto menos agradável desta “sala de visitas” de Lisboa, pelo que 39,8% dos inquiridos afirmou que a circulação de trânsito deveria ser mais reduzida.

Não obstante, 61% dos inquiridos consideram a Praça do Comércio como um local agradável, sendo que a maioria salientou o conjunto arquitectónico, a paisagem (Rio Tejo) e próprio espaço em si, como sendo os seus aspectos mais importantes.

in www.turisver.com

Cidadãos saem em defesa do solo agrícola do país

Portugal já não é rico em solos férteis, mas uma recente legislação veio retirar a garantia de que os que existem serão preservados. É esta a principal crítica – e preocupação – de um grupo de cidadãos que pôs a circular na Net uma petição em defesa da Reserva Agrícola Nacional (RAN).

No final do mês passado, foram aprovadas alterações ao regime da RAN que, segundo os subscritores, não melhoraram a lei anterior, antes a alteraram por completo. Por isso, apelam a que os deputados da Assembleia da República introduzam alterações que permitam que os solos sejam salvaguardados para a produção de alimentos.

A petição foi posta a circular na segunda-feira em www.peticao.com.pt/reserva-agricola-nacional e já conta com cerca de 450 assinaturas, entre as quais a do arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, um dos ideólogos das reservas agrícolas e ecológicas nacionais.

Texto de Ana Fernandes in PÚBLICO, de 29 de Abril de 2009