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Durante décadas o território nacional foi urbanizado e infra-estruturado, seguindo uma lógica de interesses alheia à defesa do ambiente e da qualidade de vida das populações. A ausência de uma verdadeira política de ordenamento do território (OT) conduziu ao crescimento desregrado de periferias urbanas de elevadas densidades.

À medida que as populações se apinham na orla litoral e sofrem o desgaste decorrente do congestionamento do tráfego, dos elevados níveis de poluição atmosférica e sonora e do clima de insegurança crescente, o interior do País desertifica-se em consequência da falta de actividades económicas capazes de fixar os mais novos. A desactivação de equipamentos urbanos de educação e saúde reforça a falta de atractividade destas zonas.

Perante a insustentabilidade desta situação e, sendo 2009 um ano de eleições autárquicas e legislativas, é tempo de nos interrogarmos. Que soluções temos ou precisamos para corrigir este estado? Será a criação de políticas de OT, de médio e longo prazo, incompatível com o regime democrático? Os planos de OT são verdadeiros instrumentos de planeamento ou continuam a permitir a tomada de decisão discricionária e avulsa?

João Joanaz de Melo, Teresa Sá Marques e Carlos Cardoso Lage são os oradores convidados para esta “Conversa ao Fim da Tarde”, na biblioteca da Fundação de Serralves, dia 19 de Março (17 horas), no Porto. A entrada é gratuita, mas necessita de inscrição prévia.

mais informações
[site] Fundação de Serralves

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