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Ricardo Magalhães, que lidera a Estrutura de Missão para o Douro, refere numa entrevista publicada na edição de ontem do jornal Público, que o desenvolvimento da região está refém de uma deficiente cooperação entre os diversos agentes, públicos e privados, que actuam na região.

Não deixa de ser caricato o facto de a Estrutura de Missão para o Douro ter precisamente a função de “dinamizar acções para o desenvolvimento integrado da Região do Douro e promover a articulação entre as entidades da administração central e local com competências na região, bem como estimular a participação e a iniciativa da sociedade civil” – conforme se pode ler na Resolução do Conselho Ministros que criou aquela dependência do Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.

Poder-se-á concluir, portanto, que os resultados obtidos, quase dois anos após a sua criação e um ano com Ricardo Magalhães à frente da Estrutura de Missão, são francamente confrangedores. O “défice de cooperação” de que fala Ricardo Magalhães não de é resto de estranhar, já que está é uma constante em todo o território. No Douro há a agravante de haver poucas pessoas.

Na mesma entrevista, Ricardo Magalhães confirma que a base económica da região assenta na vinha e no vinho, havendo ainda um grande potencial por explorar neste sector. Daí que se justifique plenamente “a criação de um pólo tecnológico de excelência mundial centrado no vinho”.

[fonte] Público, 7/05/2008

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