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A vereadora lisboeta Helena Roseta, num artigo de opinião publicado hoje no Diário de Notícias, refere que foi um “erro histórico” todo o conjunto de decisões que deram origem à criação da Frente Tejo – empresa com capitais públicos que deverá coordenar o processo de reconversão da frente ribeirinha do Tejo, entre a estação de Santa Apolónia e o Cais do Sodré.

A arquitecta defende que a solução deveria ter passado por juntar as autoridades municipais e portuárias para que se pudesse definir uma “visão global para todo o arco ribirinho”.

Na opinião de Helena Roseta, o figurino encontrado inviabiliza a renaturalização a utilização da frente ribeirinha; a abertura ao público das áreas portuárias; a ligação sempre que possível das margens às colinas; a utilização da margem como transporte urbano; e a participação de agentes e cidadãos.

[fonte] Diário de Notícias, 23/04/2008

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