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Monthly Archives: Abril 2008

Os municípios do Parque Natural da Serra da Estrela (Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia) encomendaram um estudo ao economista Daniel Bessa, com o propósito de procurar soluções de diversificação dos atractivos turísticos, que possam promover o desenvolvimento da região.

[fonte] Público, 23/04/2008

A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia assinou hoje o contrato de adjudicação para a elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento das Encostas do Douro (PEDED). Este estudo, que deverá levar cinco meses a ser produzido, terá como área de intervenção toda a margem do Douro a montante da ponte Luís I, numa extensão de 1.800 hectares e 18 quilómetros.

Os objectivos deste plano serão a requalificação de toda aquela zona ribeirinha, através da valorização da paisagem, da dinamização económica aproveitando as potencialidades turísticas e da melhoria da rede de acessibilidades.

[fonte] Público, 23/04/2008

A vereadora lisboeta Helena Roseta, num artigo de opinião publicado hoje no Diário de Notícias, refere que foi um “erro histórico” todo o conjunto de decisões que deram origem à criação da Frente Tejo – empresa com capitais públicos que deverá coordenar o processo de reconversão da frente ribeirinha do Tejo, entre a estação de Santa Apolónia e o Cais do Sodré.

A arquitecta defende que a solução deveria ter passado por juntar as autoridades municipais e portuárias para que se pudesse definir uma “visão global para todo o arco ribirinho”.

Na opinião de Helena Roseta, o figurino encontrado inviabiliza a renaturalização a utilização da frente ribeirinha; a abertura ao público das áreas portuárias; a ligação sempre que possível das margens às colinas; a utilização da margem como transporte urbano; e a participação de agentes e cidadãos.

[fonte] Diário de Notícias, 23/04/2008

He’s a real Nowhere Man,
Sitting in his nowhere land,
Making all his nowhere plans for nobody.
Doesn’t kave a point of view,
Knows not where he’s going to,
Isn’t he a bit like you and me?

John Lennon

Seminário Internacional «aproximações»
Guimarães, 3 e 4 de Abril, Centro Cultural Vila Flor

É comum dizer que o crescimento urbano dos últimos anos tem «devorado» o território, criando lugares estranhos e difíceis de definir. O fenómeno não é recente mas tem ganho uma expressão cada vez mais considerável, sobretudo porque uma parte muito significativa da população já habita nestas áreas urbanas e não na cidade canónica. Olha-se hoje com algum desespero para estes lugares comuns e, se a reacção emocional a esta paisagem é geralmente negativa, os arquitectos e a disciplina da arquitectura em particular, afligem-se em encontrar para ele soluções de projecto operativas e qualificadas.

[site] www.arquitecturalc.org